Weikersheim e Wuzburg: terceiro dia pela Rota Romântica na Alemanha

No último completo que tivemos na Rota Romântica, saímos de Rothenburg ob der Tauber , passamos por Weikersheim e terminamos em Wuzburg.

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Jardim do Palácio de Weikersheim

Weikersheim

Essa pequena cidade nos chamou a atenção no caminho em direção a Wuzburg devido ao seu castelo. Weikersheim surgiu em 837, mas ganhou o status de cidade em 1313.

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O castelo que nos chamou 

A família Hohenlohe construiu um castelo na cidade, pela primeira vez, em 1156. No século XVI, o Conde Wollfgang II herda o castelo e o transforma magnificamente, o tornando um belo palácio renascentista.

Antes de conhecer a principal atração de Weikersheim, chegamos por uma charmosa torre/portão a Marktplatz (praça do mercado). Por ali encontramos charmosas construções, uma fonte bem ao meio, a igreja da cidade dedicada a St George e restaurantes. Aproveitamos para almoçar por ali, em um local que também era hotel e no qual os atendentes não falavam uma palavra de inglês. Foi divertida a comunicação por mímicas.

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O portão de entrada na cidade

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Marktplatz

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Fonte central da praça

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A Igreja de St George

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A Igreja por dentro

Agora era hora de visitar o que nos trouxe a esta cidade, o castelo chamado de Schloss Weikersheim. É possível conhecer o interior do castelo apenas fazendo um tour guiado. O próximo que iria ocorrer era em alemão. O em inglês demoraria mais duas horas, o que nos fez desistir. Então compramos o ingresso para visitar os jardins.

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Espiando a praça central a caminho do castelo

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Entrando no castelo

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Castelo e sua praça interna

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Detalhes do pátio do Castelo

Os jardins são tão belos que alguns o comparam a Versalhes. Na parte mais perto do castelo chama a atenção as mais de 50 esculturas de gnomos, que são caricaturas dos empregados do castelo à época (século XVI).

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Entrando nos jardins

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Primeira visão

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As esculturas caricatas

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Mais uma escultura dos empregados do castelo

O jardim rende uma boa caminhada e é realmente muito bem cuidado, fazendo valer a visita a esta cidade.

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Wuzburg

A última ou primeira cidade da Rota Romântica, dependendo do sentindo que se percorrer, é também a maior cidade que visitamos. Aqui as distâncias não são tão caminháveis como nas outras cidades e há mais habitantes do que turistas pelas ruas.

Seus primeiros habitantes chegaram em 1.000 a.C. e seu esplendor veio na Idade Média. Durante a Segunda Guerra Mundial, Wuzburg teve 90% do seu território destruído. Hoje ela já está totalmente reconstruída e esplendorosa.

Confesso que tivemos muito menos tempo do que a cidade merece e, por isso, não conseguimos conhecer todas as principais atrações.

Patrimônio da Humanidade da Unesco, o lindo palácio barroco chamado de Residenz é uma das atrações imperdíveis. Construído em 1720, ele serviu de residência para os príncipes bispos de Wuzburg. A visita ao interior promete ser muito interessante. Porém nós chegamos ao final do horário e só pudemos ver o prédio por fora.

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Detalhes do jardim que fica logo atrás

Outra atração imperdível é a Fortaleza Marienberg que fica ao alto, sobre o Rio Meno, sendo um marco de Wuzburg. Criado como um forte inicialmente, serviu como abrigo dos príncipes-bispos também e ganhou uma igreja. Subimos de carro pois a ladeira de acesso é bem íngreme. Há um estacionamento logo na entrada. As vistas da cidade ali do alto são magníficas. E ver o entardecer dali foi um presente na nossa última noite em solo europeu.

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Depois voltamos ao hotel onde dormiríamos antes de partir para o aeroporto de Frankfurt. Ficamos no Central Hotel Garni. O hotel realmente nos serviu apenas para passar a noite pois nem tempo de experimentar o café da manhã tivemos. A localização era boa, mas ficamos chateados porque o estacionamento não tinha vaga para a gente. Esqueci de mandar um e-mail solicitando vaga e quando chegamos estava lotado. Isso nos fez ter que estacionar num local público mais afastado e que demorou um tempinho para acharmos.

E assim terminamos nossa viagem pela Rota Romântica, um pedacinho de conto de fadas dentro da Alemanha.

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